Informes e Debates sobre Riscos, Acidentes e Ameaças aos transeuntes das calçadas do Rio de Janeiro e seus agravos à Saúde Pública, incluindo atropelamentos, mas também a causalidade de patologias como obesidade infantil e a depressão de idosos.
Apresentação
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Ônibus atropela e mata idosa em calçada na Tijuca
Um mês depois..... Desordem nas ruas do Rio
O Centro do Rio de Janeiro é um bairro histórico, coração financeiro da cidade. Local de importantes decisões e de onde partiu, até agora, o maior número de queixas para a Câmara Municipal.
Os vereadores dizem que as irregularidades estão ao lado da sede do Legislativo, na Cinelândia. O calçadão não é somente do pedestre, vira até depósito. “É demais isso”, reclamou um pedestre. “Você é obrigado a andar pela rua, quando na calçada você ficaria mais a vontade”, criticou uma senhora.
A CPI da Desordem Urbana recebeu 74 denúncias de quem freqüenta o Centro. Tijuca, na Zona Norte, e Ipanema, na Zona Sul, estão empatados na segunda colocação, com 66 reclamações. Jacarepaguá, na Zona Oeste, aparece em terceiro, com 60 denúncias.
Nas mãos do relator da CPI, a pilha de reclamações: por enquanto, são 944. A queixa mais comum foi a ocupação irregular das calçadas por bares e restaurantes, que alcançou 18,75%. O estacionamento em local proibido recebeu 14,19% denúncias e as reclamações relativas aos camelôs atingiram 9,11%.
“Atrapalha muito o pessoal que está passando”, reclamou um pedestre.
As cenas são consideradas comuns pelos moradores. Mas eles dizem que não querem se acomodar com as irregularidades.
“Está faltando alguém, uma pessoa fiscalizando para botar ordem na casa”, reclamou um pedestre.
Nas ruas onde o estacionamento é permitido acontecem situações inusitadas. Um motorista teve que colocar parte do carro, grande demais para a vaga, em cima da calçada.O estacionamento fica na Rua Luiz Vasconcelos, na Cinelândia. Apenas carros de funcionários da Justiça Federal podem parar nestas vagas.
“Já estou comunicando a todas essas secretarias responsáveis as denúncias que nos chegaram para que se tenha uma resposta rápida nesses locais onde ocorreram as denúncias”, disse o relator da CPI da Desordem, o vereador Rogério Bittar (PMDB).
A Secretaria municipal de Governo informou que faz vistorias de rotina em toda a cidade para combater as irregularidades. A Guarda Municipal disse que, só no Centro, 180 homens trabalham na fiscalização das leis de trânsito.
A CPI da Desordem Urbana termina em setembro e o relatório final vai ser encaminhado ao Ministério Público para mais investigações. O telefone para denúncias é o 3814-2901.
Fonte: RJTV - 10/07/07
terça-feira, 10 de julho de 2007
CPI da desordem urbana
| A ocupação das calçadas é apontada como principal problema | ||
Vereadores do Rio apresentaram a primeira parte de um relatório sobre as irregularidades mais comuns nas ruas da cidade. Por enquanto, o campeão em desordem urbana é um endereço nobre: o bairro de Ipanema.
O carioca diz estar cansado de tanta desordem. Denunciou, reclamou pelo telefone e pela internet. Os vereadores estão fazendo um relatório das principais irregularidades. A ocupação das calçadas é apontada como principal problema: representa 22% das denúncias.
Em alguns locais, sobra apenas um pequeno corredor para os pedestres. Como em uma quadra, no bairro da Lapa. Problema que se repete em Ipanema, onde vários restaurantes ocupam calçadas com mesas, cadeiras e vasos.
Esquina das ruas Barão da Torre e Teixeira de Melo, em Ipanema – este é o pior ponto do bairro, de acordo com os próprios moradores. Foi de lá que veio o maior número de reclamações. Não é difícil entender por que. A rua mais parece um depósito a céu aberto. Há cadeiras, barracas de praia, isopores por toda a parte. Nem o posto de policiamento garante a ordem urbana.
“A tendência é piorar cada vez mais, porque o abuso vai aumentando com o tempo”, comenta um morador.
Um carrinho se transformou em moradia. Veículos abandonados também atrapalham o trânsito e ocupam áreas de estacionamento. Sem vagas, alguns motoristas acabam deixando o carro em local proibido. Esta é a quarta reclamação mais ouvida pelos vereadores.
“Tem muito carro, moto passando pela calçada”, diz uma mulher.
Irregularidades em ruas e praças representam 20% das denúncias. Na Praça General Osório, também em Ipanema, além da sujeira, moradores reclamam que restaurantes do pólo gastronômico transformaram o local num depósito.
“Quando chega 17h, eles começam a colocar coisa e o espaço que seria para a gente passar, fica obstruído. Além disso, lavam copo, deixam resto de bebida aqui na praça”, reclama uma senhora.
A CPI da Desordem urbana foi criada no dia 19 de abril, os bairros onde os moradores fizeram mais reclamações são: Ipanema, Centro, Copacabana, Tijuca e Leblon.
Hoje à tarde, os vereadores vão percorrer as ruas de Bangu, na Zona Oeste. O relatório final da CPI deve estar pronto no fim do ano.
“O objetivo é primeiro identificar os pontos da cidade que são críticos e onde os problemas são mais graves. Segundo, determinar a responsabilidade, ver de quem é a culpa. A gente tem também o hábito da população de ter uma certa condescendência com a bagunça. Isso é histórico, mas sem dúvida, isso piorou muito de um ano para cá, e eu diria que até de três, quatro meses para cá se agravou muito”, comenta a vereadora do PV Aspásia Camargo.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que existe um projeto para a recuperação da Praça General Osório e que vai notificar bares e restaurantes que ocupam a calçada irregularmente.
Segundo a Cet-Rio, as denúncias de carros abandonados devem ser feitas para a Polícia Militar, porque os veículos podem ser roubados. Já a Comlurb disse que só pode remover carcaças de veículos que não possuam qualquer possibilidade de identificação do proprietário e que estejam sem motor. Mesmo assim, é preciso de uma autorização da delegacia da área.
Fonte: RJTV - 04/06/07
domingo, 8 de julho de 2007
Colisão entre caminhões atinge seis carros e uma moto na Linha Amarela
RIO - Um acidente entre três caminhões, uma moto e seis carros de passeio fechou três das quatro faixas da pista sentido Barra da Linha Amarela. A colisão aconteceu no fim da noite de quarta-feira e
m frente à saída 1B, na Freguesia. O motorista de um caminhão basculante teria batido em dois outros caminhões carregados de refrigerante e tombado na pista, atingindo seis carros e uma moto ( clique na foto para ver mais imagens do acidente). De acordo com a concessionária da via expressa, o acidente deixou três feridos: o motorista do caminhão que tombou e duas pessoas que estavam em uma moto. Eles foram socorridos e levados para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
Bandidos da Cidade de Deus tentaram saquear os motoristas que se envolveram no engavetamento. Policiais militares do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE) foram acionados para dar proteção às vítimas. O caminhão que provocou o acidente estava levando areia para as obras dos jogos Pan-Americanos.
Muitos motoristas se surpreenderam com a interdição da Avenida Niemeyer por volta das 6h30m desta quinta-feira. Uma motocicleta que seguia em direção à Jacarepaguá bateu de frente em um ônibus da Viação Pégasus, da linha S-20 (Recreio-Carioca), na altura do Condomínio 550, em São Conrado.
O motociclista ferido seria um oficial do Corpo de Bombeiros. Ele foi levado para o Hospital Miguel Couto em estado grave. A Guarda Municipal liberou o tráfego em meia pista por volta das 8h. Os veículos envolvidos só foram retirados do local após a chegada da perícia. Por causa da colisão, houve um grande engarrafamento no Barra-Zona Sul.
Para fugir do congestionamento, muitos motoristas fizeram a opção de seguir pela orla de São Conrado e pela Auto-Estrada Lagoa-Barra.
Fonte: O Globo - 28/06/07
Mecânicos morrem atropelados na Avenida Brasil
RIO - Um mecânico e seu ajudante morreram atropelados por uma carreta que bateu no caminhão que consertavam nesta madrugada, na pista em direção a Zona Oeste da Avenida Brasil, em Ramos. Após a batida a carreta desgovernada subiu canteiro divisório e atravessou para a outra pista. Os mortos são o mecânico identificado como Lucenildo, de 38 anos, e o ajudante Bruno da Silva Santiago, de 19 anos. O caminhão enguiçado era o Mercedes-Bens, placa LIW 8954, que vinha de Niterói, onde já havia apresentado problemas. Na altura de Ramos, segundo o motorista Marco Antônio, voltou a enguiçar. O caminhão que estava no acostamento da pista acabou sendo abalroado pela carreta Scânia, placa DJF 0755 de São Paulo, da RDS transportadora.
Fonte: O Globo - 07/07/07
Mais retratos do transito do Rio...



Carreta carregada de cerveja capotou na Rio- Petrópolis, na tarde desta quarta-feira. O trânsito ficou complicado no local Foto: Fernando Quevedo - O GloboUm acidente entre um carro turbinado (foto), com motor mais potente, e uma moto deixou duas pessoas feridas no bairro de Campo Limpo, na zona sul de São Paulo Foto: Odival Reis - Diário de S. Paulo
Acidente entre uma van e uma moto deixa o trânsito confuso na Av. General San Martin, esquina com Afrânio de Melo Franco, no Leblon. O motoqueiro, no chão, ficou bastante ferido, mas foi levado com vida para o hospital Foto: Bia Guedes - O Globo
terça-feira, 3 de julho de 2007
Camelôs: Qual a solução?
Carta 18.898
Os fatos relatados na carta do dia 22, do sr. Roberto Muniz (Praça Buenos Aires: pode?), são comuns e mostram a realidade da cidade. O comércio ilegal em áreas públicas, ruas e avenidas, continua a todo vapor, sem grande empenho da administração. O jornal já publicou várias cartas, inclusive minhas (Lombadas e intolerância, 2/6, e Adeus, lombadas, 8/6), dando conta do grave problema na Av. Dr. Alberto Penteado, proximidades do clube Paineiras do Morumbi, onde há variado comércio ilegal, sem objeção de quem quer que seja, atrapalhando o estacionamento regular de carros e o tráfego. A avenida é caminho obrigatório para o túnel Sebastião Camargo, com trânsito intenso. Infelizmente, não acredito mais numa solução adequada.
FRANCISCO ANT. BIANCO NETO
Fazenda Morumbi
Em ref. à queixa de Roberto Muniz sobre os ambulantes nas calçadas da Praça Buenos Aires, não é só no local que isso ocorre, somado à omissão da fiscalização. Do Largo da Concórdia, os camelôs transbordaram para a Celso Garcia, impedindo que se atravesse a rua. Ao redor do Metrô Sta. Cruz há um camelódromo, que impede caminhar pela calçada. A kombi do cachorro-quente muda de lugar durante o dia e pára até na saída dos usuários do metrô. Na Onze de Junho com Primeiro de Janeiro, um bar coloca as mesas na calçada. Diante de tantas evidências de corrupção e propinas, resta às pessoas sérias a esperança de mudar para um país mais sério que o Brasil. Talvez Guatemala, Suriname, Nicarágua, Gabão... mas a saída foi bloqueada pelo gozo relaxante de dona Marta.
PEDRO GALUCHI -
Capital
Fonte: O Estado de São Paulo - 02/07/07
domingo, 1 de julho de 2007
“Ela entrou no carro e foi direto”, contou o porteiro.
Desgovernado, o carro bateu em um táxi, atravessou a pista e invadiu o restaurante. O acidente foi na hora do almoço, por volta das 13h. O carro atingiu clientes que ocupavam as mesas na calçada. Entre eles, um senhor que estava em cadeira de rodas.
“Fiquei meio assustado, porque só ouvi o barulho e o carro já estava entrando. Temos uma parte de concreto que, com certeza, amorteceu a batida. Só não foi pior por causa disso”, afirma Luiz Carlos Machado,
tesoureiro do restaurante.
Uma criança de 6 anos também ficou machucada. No total, cinco feridos, segundo os bombeiros. O trânsito na Rua Marquês de Abrantes ficou tumultuado.
A motorista foi prestar depoimento na Delegacia do Catete. Quatro feridos permanecem no hospital, em observação. Nenhum deles corre risco de morrer.
Fonte: RJTV - 30/06/07
sábado, 30 de junho de 2007
Grandes cidades do país enfrentam um problema crônico: a desordem urbana
![]() |
Os invasores têm interesses variados, mas um comportamento em comum: eles não se preocupam com as conseqüências para a cidade onde vivem.
Para chamar a atenção dos motoristas, o vendedor abusa da árvore. “Isso é uma falta de consideração e respeito”, reclama uma senhora.
Tem também tapete com estampa de bicho. “Não tem uma pessoa certa para reclamar”, diz uma jovem.
Uma avenida na zona sul de São Paulo virou um shopping a céu aberto – espaço público, ocupados ilegalmente. “Eu me sinto ofendido como cidadão, como pagador de imposto”, afirma um senhor.
Em Aracaju, a calçada é dos carros. “É muito perigoso. Fica difícil de passar pela calçada. Às vezes, acontecem acidentes e a gente não tenho que fazer”, comenta um homem.
Em Fortaleza, a marcenaria funciona no meio da rua. Mas tem desrespeito ainda mais surpreendente: um banheiro construído na calçada. Na região metropolitana do Recife o lixo fica jogado e bares ocupam a passagem.
“Obstrui a passagem de pedestres, que são obrigados a andar e correr risco de acidente. È uma loucura, um absurdo”, observa um rapaz.
Em Belo Horizonte, outras mesas na rua, sem permissão. “A gente passa sufoco”, diz uma pedestre.
Camelôs de Maceió escolheram os trilhos do trem para montar o negócio deles: venda de ferramentas variadas, sapatos usados. “Isso aqui é uma tradição, é animado. É um pouco perigoso, mas a gente já está acostumado”, conta um comerciante.
Na Vinte e Cinco de Março, em São Paulo, os ambulantes ocupam toda a calçada, obrigando os pedestres a invadir o espaço dos carros.
”É péssimo, porque a gente acaba sendo quase sendo atropelada, porque não tem calçada”, reclama uma senhora.
A mãe sabe que se arrisca com o bebê, mas como não tem alternativa, torce pra encontrar um sinal de trânsito. “É complicado. Quando é perto de farol, pelo menos os carros estão parados, agora, quando é rua movimentada é perigoso”, comenta uma mulher.
No caminho, mais obstáculos: lojas se espalham além do limite. “Eu acho que ninguém deveria comprar para não acontecer isso”, diz uma senhora.
Na maior cidade do país, alguns casos se arrastam na Justiça. Uma churrascaria, na Zona Norte de São Paulo, asfaltou o terreno que estava vazio, para fazer um estacionamento. Isso já faz quatro anos.
“O que eu tenho visto é que em diversas ações, a prefeitura está impedida de agir por liminares”, informa o secretário municipal de Subprefeituras, Andrea Matarazzo.
“Eu vejo um desamor à nossa casa. A cidade é a extensão da nossa casa”, aponta o presidente da associação de moradores, Marco Antonio Castello Branco.
Os invasores das áreas públicas preferem não falar sobre o assunto. Já o Ministério Público diz que só pode agir se alguém reclamar. As denúncias contra a invasão particular das áreas públicas ainda são raras.
“Não existe esse espírito de cuidar do todo. Só existe aquele espírito de cuidar do seu quintal, o que é perto da sua casa”, comenta a promotora Claudia Maria Beré.
“Na medida em que a sociedade vai adquirindo mais cidadania, vai ficando mais consciente dos seus direitos, essa situação vai se inverter”, acredita Andrea Matarazzo.
Fonte: Bom Dia Brasil - 26/06/07
Retratos do transito descontrolado do Rio.....

Acidente entre dois ônibus na Avenida Presidente Vargas em frente à Central do BrasilFonte: O Globo - Fotos

Carro capotado na calçada da Dias da Cruz
Fonte: Jornal O Globo - 04/06/07
Dois feridos em acidente de carro em Copacabana

RIO - Duas pessoas ficaram feridas num acidente nesta madrugada com um táxi Santana e uma Blazer na esquina da Avenida Prado Júnior com rua Ministro Viveiro de Castro, em Copacabana.
Na batida os veículos desgovernados derrubaram um poste de sinalização na calçada. Gilmara Alves dos Santos, de 30 anos, que estava junto ao poste, foi atropelada e teve um corte na cabeça e várias escoriações pelo corpo.
O taxista Carlos Alberto Ribeiro Maia também se feriu. Os feridos foram levados em uma ambulância do Corpo de Bombeiros para o Hospital Miguel Couto. Testemunhas disseram aos policiais do Batalhão de Copacabana que o motorista da Blazer foi o causador da batida por ter avançado o sinal.
Fonte: Jornal O Globo - 10/06/07
Vítima de atropelamento em Botafogo é enterrada
RIO - A aposentada Elizabeth Gomes, de 65 anos, que morreu na madrugada deste sábado vítima de um acidente envolvendo um ônibus nesta sexta-feira, nas esquinas das ruas São Clemente e Barão de Lucena, em Botafogo , foi enterrada na manhã deste domingo, no Cemitério São João Batista, em Botafogo. A idosa teve traumatismo craniano e seu estado de saúde era considerado grave. Na noite desta sexta, familiares da aposentada reclamaram que não estavam conseguindo vaga na CTI do Hospital Miguel Couto, na Gávea, onde ela estava internada. De acordo Suely Grandi Gomes Pires Coelho, filha da aposentada, eles tentaram entrar em contato com outros hospitais, entre eles o Copa D´Or, o Samaritano e a Clínica São Vicente. Nenhuma unidade tinha vaga disponível na CTI.
Suely disse ainda que tentou entrar em contato com a empresa Vila Isabel, responsável pelo ônibus envolvido no acidente, mas que não teve qualquer resposta até às 12h10m deste sábado, quase 12 horas depois do falecimento de sua mãe. A filha da idosa informou que ainda não sabe se vai entrar na Justiça contra a empresa. Ela deve esperar o resultado da perícia do acidente para decidir que medidas deve tomar.
O acidente aconteceu nesta sexta, quando o eixo de direção do ônibus quebrou e o veículo atropelou sete pessoas após colidir com um poste. As vítimas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. A Guarda Municipal chegou a dizer que 15 pessoas teriam sido atropeladas pelo ônibus.
Duas pessoas ainda estão internadas no Miguel Couto: José Luiz Garcez, de 44 anos, que teve traumatismo craniano e fraturou o fêmur, e Léa Petrillo, de 72 anos, que fraturou o fêmur. De acordo com a secretaria municipal de Saúde, o estado de saúde de Garcez é grave, e ele está na CTI do hospital. Outra três pessoas foram levadas para o hospital, mas foram liberadas ainda na sexta-feira.
Fonte: Jornal O Globo - 17/06/07
Ônibus atropela 15 em Botafogo e complica o trânsito
RIO - Um ônibus da linha 157 (Gávea-Central) atropelou 15 pessoas nas esquinas da Rua São Clemente e Barão de Lucena, em Botafogo, Zona Sul do Rio, após colidir com um poste. Seis pessoas foram socorridas e levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. O veículo teve o eixo de direção quebrado e subiu na calçada, atropelando os pedestres. O acidente aconteceu às 14h30m e o ônibus foi retirado duas horas depois. De acordo com a secretaria de Saúde, duas idosas e um homem de 44 anos que foram atropelados ainda estão internados. O homem está em estado grave. Nem todos os feridos precisaram ser levados para o hospital. Alguns tiveram escoriações e foram liberados no local. De acordo com a secretaria estadual de Saúde, três das seis vítimas do acidente que foram levadas para o hospital foram liberadas na tarde desta sexta-feira.
O acidente aconteceu às 13h45m. Segundo testemunhas, o veículo trafegava devagar. Quando seguia em direção ao ponto de ônibus, o veículo ficou desgovernado, atingiu a placa de sinalização, que tombou, e invadiu a calçada, atropelando os pedestres. Três pessoas foram parar embaixo do veículo.
— Eu estava de costas para a rua quando senti uma pancada forte. Na mesma hora, tentei proteger a minha mãe, que estava ao meu lado. Mesmo assim, ela ficou bem machucada — disse Marco Antônio Gomes, de 34 anos, que sofreu apenas escoriações.
Uma das idosas, de 72 anos, fraturou o fêmur no acidente e deve ser operada ainda nesta sexta. Ela não corre risco de vida. A outra senhora, de 66 anos, teve traumatismo craniano, e seu estado é estável. Ainda de acordo com a secretaria, o caso mais grave é de um homem de 44 anos. Ele teve traumatismo craniano e fraturou o fêmur. A vítima foi operada nesta tarde.
Em razão do acidente, o trânsito ficou congestionado nas principais vias de Botafogo durante a tarde. Peritos da Polícia Civil foram ao local e verificaram que o eixo de direção do ônibus está quebrado. O motorista prestou depoimento na 10ª DP (Botafogo).
Fonte: Jornal O Globo - 15/06/07
Escort bate e deixa marca no muro na Avenida Brasil, em Bonsucesso, Zona Norte do Rio.
RIO - Quatro pessoas morreram num Escort de cor vermelha, placa KOG 7748, que colidiu nesta madrugada de maneira violenta contra um muro de concreto na Avenida Brasil, em frente a uma agência do Unibanco, em Bonsucesso. As vitimas morreram na hora segundo soldados do Corpo de Bombeiros que estiveram no local. As vítimas tinham acabado de sair de um forró, no Favela Parque União. São eles: Valdeir Almeida Gomes, 26, Ebson de Almeida Lago Alves, 17, Fabio Ulisses de Mendonça, 27, e Josiel Bastos de OLiveira, de 24 anos. Todos são moradores da Zona Norte, segundo a PM. Parente de um deles, que não quis se identififcar, disse que o motorista Fabio passou a tarde toda e parte da noite bebendo antes de sair para a festa na companhia dos outros três. A ocorrência está sendo registrada na 21ª DP (Bonsucesso).
Fonte: O Globo Online - 18/06/07
Acidente envolvendo três ônibus e um carro na Barra deixa 28 feridos
RIO - Um acidente envolvendo três ônibus e um carro na Avenida Ayrton Senna, na Barra, deixou 28 pessoas feridas na tarde desta segunda-feira. Vinte e duas vítimas foram levadas para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra, e seis para o Miguel Couto, na Gávea. A maioria das vítimas teve apenas ferimentos leves e devem ser liberadas ainda nesta segunda. Os casos mais graves foram os de uma pessoa que fraturou a mandíbula e outra que quebrou a perna esquerda. As duas vítimas estão internadas no Miguel Couto.Fonte: O Globo Online - 18/06/07
Policial militar acusa procurador de racismo

Alessandro Soler e Marta Paes
O procurador acabou sendo levado para a 14aDP (Leblon), junto com o amigo. O procurador se recusava a deixar o policial levar o amigo - ferido levemente e sangrando - para o Hospital Miguel Couto.
- Ele já chegou mostrando a carteira de procurador e dizendo que eu não levaria seu amigo para o Miguel Couto, como é praxe em acidentes naquela região. Queria que eu o liberasse para levá-lo a um hospital particular.
Insisti que isso não era possível, então, ele começou a levantar a voz, sempre repetindo que era procurador e querendo me dar ordens. Finalmente, ele me perguntou: "Quem você pensa que é, só porque usa essa farda de PM? Você, para mim, não passa de um crioulo" - contou o sargento Marcelo Silva, do 23oBPM (Leblon), que ainda não decidiu se irá processar civilmente o procurador.
Batida aconteceu na altura da Rua Maria Quitéria De acordo com testemunhas, no momento do acidente, o amigo do procurador, Elias Camilo Jorge Júnior, dirigia seu Fox em alta velocidade na pista sentido Copacabana da Avenida Vieira Souto. Na altura da Rua Maria Quitéria, ele se chocou contra o Palio, que rodou na pista e invadiu a ciclovia. Com o impacto, o Fox foi parar na areia da praia. Marques nega que tenha usado o termo "crioulo" ou agredido o policial.
- Seria incapaz de fazer isso, não sou racista. Queria apenas levar meu amigo a um hospital particular. Como ele e o policial se exaltaram, tentei acalmar os ânimos. O policial disse para irmos à delegacia, mas não fui preso, algemado nem paguei fiança. Fiquei surpreso ao saber da declaração do policial. Em meu depoimento, disse que não ofendi ninguém e que pedia desculpas se alguém, eventualmente, tivesse se ofendido - afirmou o procurador.
FONTE:www.globo.com - Segunda-Feira, 25 de Junho de 2007
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Tragédia no subúrbio
Será enterrado hoje à tarde, no cemitério de Irajá, no subúrbio do Rio, o corpo da menina Rafaela Oliveira dos Santos, de 7 anos. Ela estava em uma igreja evangélica, em Parada de Lucas, quando duas rodas de um caminhão se desprenderam e causaram o desabamento de um muro.
As duas rodas do caminhão foram levadas para a delegacia de Brás de Pina, que investiga o caso. Ontem, por volta das 22h, o eixo de uma carreta quebrou na Avenida Brasil, em Parada de Lucas. As rodas se soltaram e derrubaram o muro de uma igreja evangélica, que fica às margens da via.
Na hora do acidente, Rafaela Oliveira dos Santos, de 7 anos, brincava na varanda da igreja. O muro caiu sobre a menina. Ela chegou a ser socorrida pelos bombeiros, mas não resistiu e morreu a caminho do hospital. A irmã dela, de 26 anos, teve ferimentos leves na perna.
O motorista do caminhão não socorreu a menina. Testemunhas disseram à polícia que o eixo se desprendeu de um caminhão de lixo, mas não souberam dizer se o caminhão era da Comlurb.
Até o fim da manhã, nem o motorista, nem o caminhão tinham sido localizados. O corpo de Rafaela estava no IML. A igreja só deve reabrir na semana que vem.
A assessoria de imprensa da Comlurb informou que está fazendo um levantamento para saber se algum caminhão da empresa perdeu o eixo com as duas rodas. Até o momento nada de irregular foi encontrado.
Fonte: RJTV - 26 de maio de 2007
quarta-feira, 23 de maio de 2007
O canto dos pardais
Tudo porque pobres motoristas que fazem de nossas vias pistas de corrida vinham sendo injustiçados por máquinas, apetrechos eletrônicos que os indicavam para receber multas por excesso de velocidade, quando o papel das autoridades e da parafernália que está à sua disposição no trânsito devem servir para conscientizar, para educar e não para punir.
A legislação de trânsito fala em punição via multas. Mas a lei, ora a lei! Quem tem um automóvel e corre desabridamente, sem respeito aos limites impostos, é um pobre coitado que o máximo que conseguiu foi alfabetizar-se, às vezes tirar até um curso superior, e também uma carteira de motorista. E comprar um carro num país em que muita gente não tem nem sapatos. Sabe dirigir, mas muito mal, e seu entendimento das regras de trânsito servem para saber quando pode burlar a lei e o guarda e quando não pode. Precisa ser conscientizado, ensinado, orientado com luvas de pelica sobre as regras de trânsito para ver se com elas se acostuma e se conforma em obedecê-las. Nada de punir, pois infrações de trânsito, como o excesso de velocidade, o máximo que podem causar são desastres em que se espatifam veículos, pessoas e algumas vão para o segundo andar. Muitas destas pela infelicidade lotérica de estarem nas proximidades da corrida consentida.
A partir da decisão de manter placas com avisos bem visíveis da velocidade permitida e da presença de radar nas proximidades, já podemos esperar outras providências visando a nobre intenção de educar, conscientizar cidadãos. Logo poderemos ter nas ruas das cidades e, se possível, até nas estradas, placas avisando: não furte nem roube que tem um guarda por perto; não mate aqui porque a polícia está nas proximidades.
Vivemos, de fato, num país da permissividade. Aqui tudo pode e aos infratores das leis é admissível que declarem desconhecê-las. Ou que infringiram aqui e ali porque ninguém avisou que uma autoridade ou um instrumento tecnológico estava próximo e poderia tomar conhecimento e aplicar uma punição. No caso do trânsito, uma multa “merreba”, que não raro poderia ser evitada, bastando para isso usar a carteira. A do dinheiro ou a que responde à pergunta: “Sabe com quem está falando?”.
Essa cultura da impunidade, da permissividade, do perdão generalizado para os crimes considerados menores, mesmo os de trânsito que matam e aleijam milhares de pessoas, não seria responsável pela assustadora insegurança em que vive a sociedade brasileira? Não seria interessante a gente começar a pensar em aplicar uma política de tolerância zero. Infração de lei é infração e deve ter uma paga. Terá de ser, pelo menos, aquela que cominam os nossos brandos códigos. Num país em que se pune o motorista infrator, é possível que, um dia, mesmo que num futuro distante, sejam punidos os assassinos, os traficantes, os seqüestradores e até os políticos ladrões.
Fonte: Editorial do jornal O Estado do Paraná
terça-feira, 8 de maio de 2007
Do direito do pedestre
A falta de um policiamento mais presente no trânsito de Cuiabá está mostrando que o estabelecido no Código de Trânsito não faz muita diferença. Nas ruas em que os semáforos foram instalados apenas para beneficiar os pedestres, fora de cruzamentos, é fato que mesmo com a luz vermelha indicando "Pare" muitos motoristas preferem ignorar a lei.
Como os amarelinhos estão presentes na maioria das vezes apenas nos cruzamentos mais movimentos da Capital, e a Polícia Militar está sumida nas fiscalizações de trânsito, cabe o pedestre pensar duas vezes antes de colocar o pé na faixa. O pedestre já sabe que se entrar na faixa somente porque o sinal está vermelho corre sérios riscos de ser atropelado em Cuiabá. É interessante pensar que todos os motoristas são pedestres também. E seus familiares. E seus amigos. Mas, na pressa do dia-a-dia e no egoísmo de achar que apenas ele precisa chegar mais rápido ao destino, o motorista se esquece de que está colocando em risco a vida de familiares e amigos de outros motoristas. E o princípio da cidadania mais uma vez é ferido.
O engraçado é que há pelo menos quatro artigos falando sobre os direitos e deveres dos pedestres também no Código de Trânsito. Chama atenção o artigo 70, que prevê a preferência do pedestre que esteja na faixa caso o semáforo mude de cor e libere a passagem de veículos. Motoristas, respeitosamente, esperando o pedestre terminar com calma a sua travessia soa como utopia para aqueles que precisam atravessar vias públicas em Cuiabá. Comum na capital de Mato Grosso é se ver pedestres atravessando correndo sob o barulho impaciente dos motores impacientes.
Um exemplo clássico é a Avenida da Prainha. Mesmo com o semáforo indicando pare, atravessar a faixa nessa avenida em pontos onde não existem cruzamentos é uma aventura. É preciso analisar, rapidamente, qual o risco dos carros não pararem quando o semáforo fechar. Na dúvida, quase todos esperam. E acertam. É comum ver pelo menos quatro motoristas furando o sinal fechado porque não há o risco de colisão com outro veículo. O pedestre, bem, ele que se vire e continue pensando.
Fonte: Diário de Cuiabá
domingo, 15 de abril de 2007
La contaminación urbana daña el corazón
JAIME PRATS - Valencia - 10/04/2007
Cada vez hay más evidencias de los efectos de la contaminación atmosférica en la salud. A lo largo de los últimos años se ha demostrado que la polución puede adelantar algunos meses, e incluso años, la muerte en algunos enfermos. Pero existen otros efectos más sutiles como los ingresos hospitalarios por afecciones cardiovasculares. Un estudio epidemiológico elaborado con información recogida en 14 ciudades españolas y publicado en septiembre demuestra la asociación entre la presencia de determinados niveles de sustancias tóxicas en el ambiente (fundamentalmente las derivadas de la combustión de los vehículos como el CO, el NO2, las partículas en suspensión o el ozono) con problemas coronarios o vasculares a corto plazo, hasta el punto de incrementar un 1% los ingresos en los días con un incremento moderado de contaminación.
El principal problema está en la combustión incompleta del carbón y derivados del petróleo
"Es el primer estudio que constata en varias ciudades españolas los ingresos por motivos cardiovasculares vinculados a la contaminación", explica su coordinador, Ferran Ballester, investigador de la unidad de epidemiología y estadística de la Escola Valenciana d'Estudis per a la Salut de la Generalitat Valenciana. "Al detectar estos efectos tenemos identificados los factores de riesgo y podemos elaborar guías de prevención de las enfermedades a las que se asocian los contaminantes", apunta.
Primero fue la relación entre la contaminación y la mortalidad en las principales ciudades españolas. El proyecto Emecas (Estudio Multicéntrico Español de los Efectos a Corto Plazo de la Contaminación Atmosférica en la Salud), que evalúa la relación entre polución y salud, llevó al laboratorio el aire de 13 ciudades españolas y gracias a los datos epidemiológicos obtenidos demostró en 2004 que dos días de altos niveles de contaminación bastaban para elevar la mortalidad en estas poblaciones hasta un 1,5%. Los registros se obtuvieron en Barcelona, Bilbao, Cartagena, Castellón, Gijón, Huelva, Madrid, Oviedo, Sevilla, Valencia, Vitoria, Vigo y Zaragoza, un amplio abanico de municipios, cada uno con sus particulares condiciones sociodemográficas, climáticas y ambientales.
Ahora, las universidades, escuelas de salud pública y departamentos de salud y medio ambiente responsables del Emecas, que coordina Ferran Ballester, han dado un paso más. En un nuevo trabajo destinado a medir los efectos de los contaminantes en la salud, han analizado la relación entre la polución y los ingresos hospitalarios cardiovasculares, uno de los aspectos que han sido objeto de menos publicaciones frente a cuestiones como la mortalidad o las afecciones respiratorias. Para esta ocasión se han incluido también datos de Granada y Pamplona y no ha participado Vitoria.
El principal problema está en los combustibles fósiles, concretamente de la combustión incompleta del carbón y los derivados del petróleo. Las pequeñas partículas (PM10, de menos de 10 micras), como las que salen de los tubos de escape de los vehículos o los restos de neumáticos, flotan en las ciudades removidas por las corrientes de aire y entran con facilidad en el aparato respiratorio y los pulmones.
Cuanto más pequeños son estos fragmentos microscópicos (los menores son inferiores incluso a las 2,5 micras) más peligrosos son para la salud ya que pueden atravesar los alvéolos y pasar al torrente circulatorio. El resultado es un aumento de la coagulabilidad sanguínea y el número de plaquetas, lo que puede provocar hipertensión o alteraciones del ritmo cardiaco. "Experimentos con personas con marcapasos en ambientes contaminados demuestran alteraciones del ritmo cardiaco", explica Ballester. Estos efectos no son sólo atribuibles a las partículas, ya que actúan de forma combinada con otros contaminantes salidos de la combustión como el dióxido de azufre, el dióxido de nitrógeno y el monóxido de carbono.
El resultado publicado en septiembre En el Journal of Epidemiology and Community Health demuestra que aumentos de niveles de partículas PM10 (menores de 10 micras) de 10 microgramos por metro cúbico provocan un incremento del 1% de ingresos de todas las causas cardiovasculares.
Los niveles medios en estas ciudades están alrededor de los 40 microgramos de PM10 mientras las recomendaciones de la OMS son de 20 microgramos de media anual y la normativa habla de máximos de 50 microgramos diarios.
Otro de los aspectos analizados es la llamada contaminación fotoquímica, la que resulta de las reacciones entre los hidrocarburos y los óxidos de nitrógeno con la luz solar intensa y el incremento de temperatura. Los especialistas consideran al ozono (O3) como el componente más tóxico de esta mezcla.
Mientras en la estratosfera es un elemento fundamental para proteger de los rayos ultravioletas, un exceso de ozono a ras de suelo provoca un descenso de la función pulmonar, agravamiento de asma e irritación, especialmente en las personas con problemas respiratorios.
El estudio muestra cómo aumentos de 10 microgramos de O3 llevan aparejados un incremento del 0,7% de ingresos hospitalarios. En este caso, los niveles de ozono no son demasiado altos en las ciudades europeas, ya que se sitúan entre los 70 y los 90 microgramos por metro cúbico cuando la normativa recomienda no sobrepasar los 110 de media de ocho horas al día (las que tienen luz del sol); sin embargo los niveles pueden ser más altos en las zonas residenciales o en el ámbito rural.
Partículas que afectan al pulmón y las arterias
El proyecto Emecas refleja los efectos a corto plazo de la contaminación ambiental. Existen otros procedimientos para analizar la exposición a la polución a largo plazo, fundamentalmente a través del seguimiento durante años de la población sometida a estudio. El más importante es el que coordina Arden Pope, un epidemiólogo estadounidense de la Universidad de Brigham Young, responsable del II Estudio de Prevención del Cáncer que desde 1982 sigue el estado de salud de más de un millón de adultos en EE UU. En 2002, el equipo de Pope hizo público el resultado del seguimiento hasta 1998 de 500.000 personas de 151 áreas metropolitanas estadounidenses sobre factores de riesgo para la salud vinculados a la contaminación atmosférica.
Demostró que las partículas finas -de menos de 2,5 micras producidas por la combustión en centrales de energía, refinerías, camiones diésel y autobuses- y los óxidos de azufre estaban asociadas con una mayor mortalidad en enfermedades del aparato circulatorio y por cáncer de pulmón. Cada aumento de 10 microgramos de estas partículas por metro cúbico en los niveles atmosféricos provoca un aumento del 4% del riesgo de morir por cualquier causa y del 6% de fallecimiento por enfermedades del aparato circulatorio. El incremento de riesgo de morir por cáncer de pulmón asociado a estos minúsculos fragmentos es del 8%. El estudio, editado en la publicación de la Asociación Médica Americana, concluía en que las personas que viven en las áreas metropolitanas más contaminadas de Estados Unidos tienen un 12% más de riesgo de morir de cáncer de pulmón que quienes residen en zonas con ambientes más limpios, lo que aportó las más sólidas evidencias de la relación entre contaminación ambiental y cáncer de pulmón.
Los datos del medio millón de personas inscritos en 1982 en un proyecto de prevención de la Sociedad Norteamericana de Cáncer fueron la base de otro estudio publicado en 2003 por Pope. El objeto de análisis fue entonces el riesgo de infarto y se determinó que la contaminación en las ciudades estadounidenses causaba el doble de muertes por infarto que por cáncer de pulmón y otros problemas respiratorios.
Fonte: ElPais.com - 15/04/2007
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Ciclista morre atropelada por frescão no Leblon
Fonte: Jornal O Globo - 02/04/07
sábado, 17 de março de 2007
Não deixe que seu filho carregue o mundo nas costas. Se levar mais de 10% de seu peso, ele pode vir a ter sérios problemas de coluna
Caso o peso excessivo seja em razão de exigência das disciplinas escolares, os pais podem contatar a escola para buscar alternativas. Há estabelecimentos que disponibilizam armários para que o material possa ser deixado no local, evitando o transporte diário. Mas é preciso estar atento porque há estabelecimentos particulares que cobram aluguel pelo uso desses armários. Os estudantes devem ser orientados a deixar nos armários apenas o que não irão precisar nesse dia, pois há situação em que se poderá necessitar de material fora do período escolar e dificultará para fazer as lições de casa e trabalhos indicados pela escola.
Outra alternativa é usar fichário ao invés de cadernos e levar somente a última folha da matéria e um bloco de folhas para as aulas. São algumas alternativas para que as crianças não sejam futuros candidatos a apresentarem dores nas costas. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 85% das pessoas têm, tiveram ou terão um dia dores nas costas provocadas por problemas de coluna.
Existe íntima relação entre o transporte excessivo de carga na mochila, dor no dorso e alterações na marcha (desnível na hora de caminhar). Problemas graves que devem ser evitados na infância, quando a criança está em crescimento e com a massa óssea em formação.
As sugestões da PRO TESTE para controlar o excesso de peso das mochilas é determinar que as mochilas tragam o aviso de que crianças não devem carregar mais do que 10% de seu peso. Haver estímulo para que a confecção de blocos e cadernos seja com papel de menor gramatura e capa fina. Assim como as editoras adotarem o uso de papel de menor gramatura na impressão de livros e publicações oficiais adotados pelas escolas. As escolas poderiam estabelecer horários para as disciplinas considerando não somente a disponibilidade dos professores como também a distribuição do peso na mochila do aluno a cada dia de aula. Os estabelecimentos deveriam optar por rampas ou elevadores de acesso em substituição às escadas, o que estimularia a adoção, por parte dos alunos, da mochila de rodinhas.
Dicas para aliviar o peso da mochila
- Coloque as coisas mais pesadas junto às costas da criança, ou seja, na parte de trás da mochila.
- Disponha os livros e outros materiais de uma maneira que não fiquem soltos lá dentro, provocando movimentos de desequilíbrio.
- Olhe o que o seu filho leva para a escola e certifique-se de que é o material necessário para as atividades rotineiras.
- Nas mochilas com rodas é preciso cuidado com a alça do carrinho, que deve estar a uma altura apropriada. As costas da criança devem estar retas ao puxá-la.
- Para quem optar por mochilas com rodinhas, a alça deve estar a uma altura adequada para a criança ou o jovem, permitindo que seja puxada com uma postura correta, com as costas retas.
- Ajuste as correias das costas e ombros de modo que a mochila se adapte totalmente às costas da criança, ficando encostada e sem folga. Uma mochila solta nas costas pode puxar o corpo para trás e forçar os músculos, além de fazer a criança curvar os ombros para facilitar o equilíbrio da pasta sem apoio.
- O fundo da mochila deve ficar apoiado na curva da zona lombar. Nunca deve ficar a mais de 10 centímetros abaixo da região da cintura da criança.
Assessoria de Imprensa: Vera Lúcia Ramos
Fonte: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=7187
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Envelhecimento saudável
Dr. Wilson Jacob Filho é médico e diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Envelhecimento saudável
Drauzio - Que tipo de benefício traz manter a atividade física no decorrer de toda a vida e especialmente depois dos 60 anos?
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Gás de efeito estufa pode 'triplicar' em 25 anos na Ásia

O relatório fornece uma análise detalhada da ligação entre transporte e mudança climática na Ásia.
Segundo o relatório, esta previsão dos futuros níveis de gases de efeito estufa pode ser até uma avaliação otimista.
Poluição atmosférica e congestionamento vão prejudicar muito a habilidade de mover pessoas e mercadorias de forma efetiva, alerta o relatório.
'Parceria'
O relatório Eficiência Energética e Mudança Climática: Considerações para o Transporde Rodoviário na Ásia afirma que a Ásia atualmente tem baixos níveis de transporte pessoal motorizado, que, em muitos casos, são motocicletas.
Mas acrescenta que estes níveis devem aumentar significantemente, pois as rendas nestes países crescem e a população urbana fica maior.
O relatório destaca que a China já é a quarta economia do mundo e o número de carros e veículos utilitários pode aumentar 15 vezs mais do que os números atuais para níveis de mais de 190 milhões de veículos nos próximos 30 anos.
Na Índia, o crescimento do tráfego deve aumentar num nível semelhante no mesmo período.
As emissões de dióxido de carbono de veículos podem aumentar 3,4 vezes para a China e 5,8 vezes para a Índia.
"O progresso na redução do crescimento de gases de efeito estufa do setor de transporte vai exigir parcerias e envolvimento de uma grande parte de acionistas", escreveu Bindu Lohani, diretor-geral do Departamento de Desenvolvimento Sustentável do ADB no prefácio do relatório.
Lohani afirmou que cuidar destes problemas significaria "mudança no atual comportamento de viagens e modificar os padrões de desenvolvimento urbano para minimizar o tipo, extensão e freqüência das viagens".
Cidades
Enquanto isso, em uma conferência na Indonésia, foi declarado que enquanto alguns governos asiáticos deveriam ser elogiados por mudar os padrões de emissão de veículos, com muitos erradicando a gasolina com chumbo, muito precisa ser feito.
"O transporte está crescendo rápido em muitas cidades, então as emissões relativas ao transporte são grande parte do problema", disse Lew Fulton, especialista em transporte do Programa Ambiental da ONU, na Conferência Ar Melhor 2006, na cidade de Yogyakarta.
"Não apenas estamos vendo aumento em emissão de poluentes. Observamos aumentos enormes no consumo de combustível, que está ligado à emissão (de dióxido de carbono)."
14 de Dezembro de 2006 - BBCBrasil.com


